OFILHO PRÓDIGO
Muito alegre eu te pedi o que era meu partir,
num sonho tão normal.
Dissipei meus bens e o coração também,
no fim meu mundo era irreal.
Confiei no teu amor e voltei, sim aqui é meu lugar,
eu gastei teus bens ó pai e te dou este pranto em minhas maõs.
Mil amigos conheci disseram adeus
caiu a solidão em mim.
Um patrão cruel levou-me a refletir
meu pai não trata um servo assim.
Nem deixaste-me falar da ingratidão,
morreu no abraço o mal que eu fiz.
Festa, roupa nova, anel, sandália aos pés.
Voltei a vida, sou feliz.
Confiei no teu amor e voltei, sim aqui é meu lugar,
eu gastei teus bens ó pai e te dou este pranto em minhas mãos.
Pedi a Deus que eu não tivesse que refletir com a minha comunidade eclesial o Evangelho da parábola do Filho Pródigo. Domingo, fui substituir outro homiliasta e era justamente essa a Leitura. Foi um momento de muita emoção pra mãe que tem um filho pródigo que ainda não voltou. No momento que a Igreja cantou essa música/hino, chorei de saudade. Através da Blogagem Coletiva proposta pela Glorinha, vou dizer que o perdão já foi dado por mim, aliás nem precisa pedir perdão, só falta a sua volta e o abraço para que seja completa a festa e a alegria.